domingo, 12 de dezembro de 2010

Teoria  graceli 2.
Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Uma teoria geral deve englobar a química, a física, a astronomia, a cosmologia, a astrofísica, a cosmofísica e a espaçofísica. Por isto que desenvolvi  a CAFQ  GRACELI E A TEORIA GUG.
A espaçofisica graceli são os fenômenos que ocorrem no espaço denso, como compressâo e expansão do espaço, faixas e camadas graceli.

A faixa graceli produz o carreamento dos pólos para o equador, o alinhamento cósmico, dos astros e sistema atômico, a eclíptica. Produz os anéis. E o formato achatado dos astros.
A camada graceli produz o acompanhamento, seguimento e arredondamento [de elipse para um formato mais arredondado], produz também o formato esférico dos astros.
A energia produz a rotação e a elipse.
E a energia com a rotação, faixa e camada graceli produzem a translação dos secundários.
A rotação é produzida pela própria energia e radiação do astro.

Assim, há um processo mutável de esticamento e arredondamento, alinhamento e desalinhamento, fases de órbitas estáveis e instáveis, retrogradas, e rotações inversas. Com isto se segue um fluxo cósmico.
Assim, o movimento principal não é a translação, mas a rotação.
[ ver publicado na internet – gracelongênese e astronomia mutável de graceli].
Assim, os astros não são atraídos pela gravidade, mas impulsionados pela radiação. Com isto o primeiro planeta do sistema solar foi plutão, sem considerar os exosplanetas do sistema solar [ com órbitas retrógradas e rotações inversas]. E o sistema solar ainda produzirá centenas de planetas.

Assim, uma teoria não pode responder quatro ou cinco fenômenos, mas, todos da formação dos elementos químicos, quânticos, termodinâmicos, astronômicos, espaçofísicos, e cosmológicos.
É o que as teorias de Graceli conseguem responder, se unificam entre si.

Espaçofísica.
A espaçofísica é a parte da ciência que fundamenta o espaço como um meio de energia e com densidade, onde um fóton, um elemento químico no espaço não está inerte, sem processamento, ele está se processando e produzindo energia do espaço denso.
Isto responde a abundância de elementos leves no espaço, e por que um fóton de luz que viaja do sol até a terra não se apaga, pois ele é reabastecido continuamente e infimamente por filamentos de energia de espaço denso.
E processa este material em combustível para seus processos, processando e produzindo outros elementos, partículas ínfimas de energia, a se reabastecendo, mantendo assim, a sua dinâmica, energia, luminosidade, radiação e energia.

Teoria do universo físico graceli.
Elemento primordial – espaço denso.
Primeira forma primordial – filamento e bolhas espaciais cósmicas.
Componentes secundários – energia, radiação, magnetismo, faixas e camadas graceli, fases e processos da espaçofísica.
A unidade se encontra na energia do espaço denso.

T.U. Graceli. Teoria unificadora graceli.
A matéria e a energia surgem dos filamentos do espaço denso.
A energia produz os fenômenos quânticos e nucleares, produzem os elementos químicos, os campos e as dinâmicas.
Produzem os fenômenos astronômicos e astros.
Produzem os fenômenos cósmicos, nebulosas, e galáxias.
Os fenômenos passam por um processo renovável. Reabastecem-se com energia do espaço denso e processam novos fenômenos e elementos durante a sua produção.
A energia produz as bolhas graceli, camadas, discos graceli e as faixas [ interna, externa] atômica, astronômica e cósmica.

Ou seja, há uma unidade entre os fenômenos ínfimos, micros, medianos [astronômicos], e macros [cósmicos].

Ou seja, a teoria unificadora graceli não se limita só aos campos. Mas ao universo ínfimo, micro e macro.

Onde se encontra a física, a química, o espaço denso, o astronômico, e cósmico.

Assim, temos.
Ed = e = fq = fn = fa = fc = PE.
Espaço denso, energia, fenômenos quânticos, fenômenos nuclear, fenômeno astronômico, fenômeno cósmico, produção de elementos.

Assim, todos os campos são na verdade um só. E o que difere um do outro é o potencial do sistema de energia que o produz, e o afastamento de onde o mesmo é experimentado.

A gravidade tem uma ação mínima por ser medido longe da sua origem.
O nuclear tem ação forte por ser produzido por um sistema de energia com grande potência.
E o eletromagnético é médio por ser produzido por um sistema de energia de potencialidade média.
Todos têm alcance proporcional à produção de energia, e decresce com a distância e o tempo.

E todos têm as duas ações de atrair e repelir.
A gravidade também repele, mas só que a ação de atração é mais forte onde ela é medida, que é longe do núcleo dos astros e galáxias.
As partículas também têm o campo gravitacional.
Também todas as partículas são na verdade uma só, pois todas são constituídas de espaço denso.

A energia determina a rotação. Isto se confirma também na rotação das galáxias e nebulosas, pois as com mais densidade e energia tem maior rotação.
E as com menor densidade e energia são as que têm maior irregularidade no seu alinhamento cósmico.

Algumas também têm rotação inversa em relação às outras.
Isto confirma as teorias de Graceli.
Pois, as teorias de cordas, espaço curvo, gravidade, teoria de varias dimensões, big bang, singularidade não conseguem responder a todas estas questões.
Enquanto as teorias de Graceli conseguem responder todas as questões e fazer previsões futuras.
Como da retrogracidade de translação, inversão de rotação, alinhamento, aumento do número de planetas do sistema solar e outros sistemas, alinhamento, carreamento, arredondamento, esferificação, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento, luminosidade do espaço, abundância dos elementos leves. E outros fenômenos.





TEORIA GRACELI da totalidade – para explicar o universo não comporta uma só teoria, mas várias e diferentes. Para cada situação em que o cosmo, astros, faixas e camadas graceli, e sistema atômico passa.

Assim, temos o espaço denso com o elemento primordial. Que vai produzir a energia, a matéria, a eletricidade, o magnetismo, a gravidade e outros campos, a radiação, a temperatura e luz, e os elementos químicos.

Faixas e camadas graceli, os movimentos e órbitas.

A faixa graceli produz o alinhamento cósmico.

As camadas graceli produzem o acompanhamento e o seguimento de sentido de movimento.

Teoria da gracelongênese – publicada na internet.

Teoria do universo renovável e a não conservação de energia. O espaço denso se encontra a todo o momento se transformando em energia e matéria filamentosa, logo, a energia não é a mesma para todas as épocas do cosmo. Ela surge e se forma do espaço denso. E se desintegra e se transforma em matéria escura e com energia muito fraca.

Logo, a energia não se conserva e o cosmo não surgiu num só momento num grande big bang.

Logo, o universo se forma em fluxos estruturantes e mutáveis.

O espaço denso é comprimido por ele mesmo dando origem à matéria e outros fenômenos e elementos que são produtos da matéria.

As faixas graceli produzem o alinhamento dos astros e das galáxias, nebulosas e dos aglomerados.

As camadas graceli cósmicas produzem o arredondamento das nebulosas.

Assim, o cosmo passa por processos de origem continuada, renovação de universos, fluxos de compressão e descompressão, alternancidade e mudança de agentes na produção dos fenômenos, e desintegração.

Assim, com a teoria graceli o cosmo é infinitamente velho. Sem um inicio no tempo, no espaço e na matéria. Mas sempre teve inícios e fins.


Assim, com a faixa e camada graceli um astro, galáxia ou nebulosa torna-se milhares de vez maior do que seus diâmetros aparentes e densos.

Eles produzem com a sua energia um disco, uma faixa e camada [ que os intitulei de graceli que vai milhares de vezes de seus limites dos seus limites. E que é proporcional à produção de energia de cada um.

Assim, A TEORIA GRACELI da totalidade, também inclui a CAFQ GRACELI, A GUG, a teoria da impulsão pela radiação, do equilíbrio e desequilíbrio térmico, alternancidade nos agentes dos fenômenos, e variabilidade e fluxonalidade.


E a teoria da unidade dos fenômenos. Ou seja, uma teoria da unificação deve incluir também os fenômenos energéticos, como da luz, da temperatura, radiação, elementos e campos.

A teoria da impulsão da radiação defende que os astros não são atraídos, mas impulsionados para fora pela ação da radiação dos primários, e que a radiação é produzida pela produção da energia dos astros.

E o equilíbrio térmico determina a desintegração de um astro, e com mesma temperatura há uma reaglutinação, produzindo novos astros e menores.  Assim, há um processo de fluxo na produção dos astros.

Assim, são vários agentes que se alternam na produção do cosmo. E cada um surge com sua ação conforme a fase e estágio em que se encontram.

Assim, e os fenômenos astronômico, atômico [o átomo como sistema de produção de energia], e cósmico.

Também passam por um processo de variação de órbitas [ver teoria da variabilidade e fluxonalidade].

Observação. Os fluxos acontecem em duas condições.

Na produção dos astros, galáxias e átomos.

E outro nas fases das órbitas e dinâmicas.

A astronomia mutável e a teoria do cosmo renovável. Publicados na internet.

E a teoria das bolhas cósmicas graceli. Que são as camadas e faixas graceli.

Não é que há uma curvatura do espaço, mas há bolhas de energias, espaço com maior densificação, campos que são produzidos pela energia dos astros, das galáxias, e nebulosas, e bolhas que darão origem às nebulosas.

Assim, as bolhas cósmicas graceli são as camadas e faixas envoltas dos astros e nebulosas produzidos pela energia dos mesmos.

Assim, o cosmo está repleto de bolhas graceli espaço densificadas e ocupado por elas.

São também bolhas em formação sem nenhuma matéria ou energia envolta. É o próprio espaço denso tornando-se mais densificado formando uma bolha espacial cósmica.

Assim, o espaço não é uniforme na sua densidade, ele varia na densidade conforme há formação de bolhas graceli, e conforme há um distanciamento de energia produzido por astros, galáxias ou nebulosas.
REVOLUÇÃO DE GRACELI.

Gug, cafq graceli, efeitos graceli, fenômenos graceli, ação graceli, fases astronômicas e cósmicas graceli, variações graceli, renovabilidade cósmica graceli.


Os agentes principais são o espaço denso. Energia, radiação, magnetismo faixas e camadas graceli.

E não a gravidade, ou o espaço curvo.

O movimento principal é a rotação e não a translação.

Os fenômenos não são constantes, mas instáveis, mutáveis, variáveis, oscilantes, pulsantes, vibrantes, e seguem fluxos de intensidade alcance.

Os astros não são atraídos, mas impulsionados.

A ação principal é a ação de lateralidade, que produz a rotação de lado sobre o próprio eixo. E a lateralidade que produz a ação de lado do astro, produzindo a translação.

O alinhamento e circularidade do movimento causados pela faixa e camada graceli.

O acompanhamento e seguimento de sentido de movimento. [ da translação do secundário pela rotação do primário.

Unidade – gug e cafq.

Relação entre alinhamento e formato de anéis e esferas.

Relação entre a química, física, astronomia e cosmologia.

A fenomenalidade principal não é a translação.

Mas sim a relação com química, os formatos, carreamentos, alinhamentos, circularidade, elipsidade, retrogracidade, seguimento, e acompanhamento.

A produção de energia produz e determina a radiação que impulsiona os anéis e astros para fora.

A produção de energia produz e determina o magnetismo que carreia gases e partículas dos pólos para o equador.

A produção de energia produz e determina o faixa e camada graceli que determina a eclíptica, o alinhamento, o seguimento de sentido de movimento, o acompanhamento.

A produção de energia produz e determina a rotação.

E energia, radiação, magnetismo, faixa e camada graceli e a rotação do primário produz e determina a translação.

E a produção de energia, espaço denso, faixa e camada graceli determinam os formatos.

Anéis, esfericidade, achatamento, arredondamento e elipsidade, e alinhamento.

E também estes fenômenos são responsáveis pela produção dos elementos químicos e fases da matéria e do universo. E fases dos sistemas atômicos e astronômicos.


TEORIA DA ORDEM E UNIDADE COSMOLÓGICA POR ENERGIA E INTERAÇÕES DE ENERGIA, E FENÔMENOS PRODUZIDOS PELA ENERGIA.

E PODER NO DIRECIONAMENTO METAFENOMÊNICO E FENOMÊNICO.

O alinhamento, seguimento de sentido de movimento, no acompanhamento, na renovabilidade do cosmo pela gracelongênese. [ nascimento, abastecimento, renovação, desintegração].

No cosmo acontece o mesmo com as células que são alimentadas, se renovam, morrem [por desintegração de energia] e nascem outros universos pela aglutinação do espaço denso.


CONCLUSÃO.

Assim, com a nova teoria de física, química, astronomia e cosmologia [ CAFQ Graceli] o eixo principal de pesquisa não é as órbitas.

Mas a unificação entre os quatro ramos de materialidade.

E os formatos em que passam os astros, os anéis, as órbitas e o cosmo [ esfericidade alinhamento e circularidade].

A principal dinâmica não é a translação, mas a rotação. Pois a translação do secundário na sua primeira fase tem origem da rotação do primário.


E o acompanhamento e desacompanhamento [ quando o secundário acompanha o primário pela ação da faixa e camada graceli].

Seguimento de sentido de movimento do secundário pelo movimento de rotação do primário. E desseguimento [ nas órbitas retrógradas, e rotações inversas, ou perpendiculares [ no caso a de urano]].

O alinhamento e desalinhamento [ atômico, astronômico e cosmológico]..

FASES GRACELI em que passam os astros, e todos seus fenômenos.

Que são as fases primária, secundária [mediana], terciária, e quaternária. 

FENÔMENOS GRACELI – como de lateralidade, balanços, fluxonalidade, variabilidade e carreamentos pela faixa e camada graceli.

Retrogracidade na translação e rotação.
Retorcimento na translação e na rotação.


O transcendental.



Transcendental é o poder regido de propósito, direcionamento, aprimoramento, vontade, que rege todas as mudanças em direção a perfeição.

E que existe anterior ao ser e a realidade.

E que os rege.

 É metafenomênico e metaexistencial.

O espiritual transcendental.

O ser existe em função da sua existencialidade transcendental e de seu espírito transcendental.

Ou seja, o ser vem ao mundo com um metapropósito e uma metaexistencialidade, e não vem para ser salvo.

A sua existência e a sua função existencial existe anterior à sua própria existencialidade.

Logo, não é o ser único e individual, mas o propósito do divino sobre a existencialidade e espiritualidade do ser se encontra na sua transcendentalidade. Que é
anterior à própria vida e existência do ser e da sua vida.

Que é ser um elo de transcendência do poder do divino sobre todas as coisas. Sobre o mundo e o cosmo.

E manter o bem sobre o mal.

Ou seja, o ser tem uma função em torno do todo, do temporal, espacial e cósmico, do bem e da harmonia.

E todas estas funções existem como consequência da própria condição do ser vivo.

E esta condição se encontra no todo que transcende constantemente de uns sobre os outros.

Pois, o ser é um elo temporal, espacial, cósmico, transcendental do poder e propósito do divino sobre todos os fenômenos, metafenomenos, vidas e espíritos.

Ou seja, o ser na verdade faz parte e é uma parte transcendental do propósito do divino sobre o mundo. O próprio ser é um universo contido e que o mantém como
forma transcendental de vida, espírito  e transcendentalidade.


O todo num único ser, ou seja, o ser é um universo próprio, mas faz parte e é um elo transcendental, temporal e cósmico num todo de realidades. Vontades e transcendentalidade.

Assim, temos o ser num universo transcendental em duas condições.

Uma que ele é uma própria realidade e um universo transcendental inserido nele e que o produz.

outra realidade que é ele que faz parte de um cosmo transcendental e que ele só é mais um elo.

Assim, o objetivo do divino não está só no salvar o ser ou salvar um ser, mas salvar o universo transcendental que está dentro do ser, e no cosmo transcendental em que o ser é um elo e um célula de um todo de interações de transcendentalidade.


Ou seja, o objetivo do divino não é o ser e só a sua salvação. Mas sim, o universo transcendental que o ser contém dentro de si, e o cosmo transcendental que está inserido no mundo.



Essência vital transcendental.


Assim, a vida é uma essência vital e que esta essência vital é constituída do transcendental. Ou seja, o ser transcende sobre si mesmo sempre se renovando por seus poderes e propósitos existenciais divinos que fazem parte da sua natureza e essência vital.

E transcende na renovação celular e na reprodução de novos seres e espécies. E no aprimoramento vital.



Existencialidade transcendental.

Assim, a vida faz parte de um propósito existencial transcendental. Ou seja, a existência determina a vida. Ou seja, a vida existe porque a existencialidade existe e a determina.

Ou melhor, a existência existe por que o transcendental existe e que por seus poderes e propósitos determinam a existencialidade, e o transcendental e a existencialidade determinam a essência vital e a vida.



Realidade transcendental.

Assim, a realidade é regida e determinada pelo transcendental. E o transcendental também faz parte da realidade.

Assim, temos primeiro o divino.

Segundo - o transcendental.

Terceiro a realidade na sua forma estrutural, fenomênica e metafenomênica.

E quarto todas as condições e agentes determinadores e determinados que englobam o cosmo de realidades.



O inconsciente transcendental

o que determina a mente é o inconsciente transcendental. Ou seja, o inconsciente de poder e propósito que foi estruturado anteriormente e é constituído de poder e aprimoramento para coordenar e direcionar o bom funcionamento da mente.

Ou seja, anterior à mente tem o inconsciente vital.

E anterior ao inconsciente vital tem a racionalidade vital inconsciente, mas direcionadora do funcionamento da vida e da mente.

E anterior a esta tem a o poder e o transcendental.



A matéria é energia solidificada.

O átomo é um sistema [usina] de produção de energia e elementos químicos.

Assim, temos um sistema que sai da física e do psíquico e entra no craciológico e no transcendental.


Desolidifica a matéria, desconserva a energia, o tempo e a inércia tornam-se inexistentes.



Craciologia transcendental.

Estágio transcendental.

O ser é o ser do estágio transcendental no todo cósmico [de poder, propósito, direcionamento, aprimoramento, tempo, espaço, e estagio cósmico].


Não é o espírito da era, mas o estágio transcendental e craciológico cósmico do todo sobre as partes e as partes sobre o todo.

Logo, o ser, a realidade e o conhecimento são relativos ao estágio transcendental, assim como a razão, as sociedades com suas culturas.

Como também o inconsciente, as vontades, a vida e o universo vital, os instintos e todos os desenvolvimentos vitais e mentais.



Assim, a realidade é o ápice do estágio transcendental e craciológico.


O transcendental visa afastar-se do físico e do mental, da escolha e do acaso, entre corpo e mente substrato e substância.


E abre as portas para o poder, o transcendente, o metafenomênico, o metapropósito, o metaexistencialismo, e o metadeterminismo.


Onde o ser, a vida, a mente, a existência são o que determina o poder e o transcendental.

No universo transcendental não existe tempo e espaço como categorias e agentes fundamentais. Pois os agentes fundamentais é o poder e o transcendental. Pois estes agentes são os determinantes.


Ou seja, a vida só é o que é pelo poder vital e metatranscendental como propósito anterior à própria existência da vida, da mente, do ser e da realidade.


O mesmo para o espaço e o tempo, a matéria e a mente, a causa e o efeito.

E é também incluído o ser, a realidade, o ente, a razão, o conhecimento, a moral a sociedade, a cultura, e a estética.


Pois todos só são o que determina o poder e o metatranscendental e o estágio metacósmico que se encontram.

A vitalidade é o determinante da vida, e o poder e o transcendental são os determinantes da vitalidade. Logo, não é o ambiente, o acaso, uma suposta seleção natural ou evolução.

Assim, a razão e o conhecimento tornam-se relativos ao poder e ao transcendental e ao estágio cósmico.

Porém acima de todos está o imanente e absoluto – o divino. Pois é o que não transcende. O que transcende é o seu poder.

O ser, a vida e a vitalidade são determinados pelo poder e pelo transcendental.


Assim, cada órgão, célula, ribossomo têm a sua própria função que se desenvolveu conforme o seu universo vital.


Assim, o determinante das funções é anterior ao próprio órgão.

Assim, o determinante não é o somático e nem o psíquico, mas o poder e o transcendental.




Assim, células, genes, orgânulos, órgãos, metabolizações, hormônios, renovação celular, aprimoramento funcional e orgânico se desenvolvem conforme o poder e o transcendental.


Assim, estes são substratos da ação do poder e do transcendente.

Que o levarão á condições para que eles viessem a acontecer.


Assim, suas funções, essenciais e formas e aprimoramentos se devem ao poder e ao transcendental.

Inclusive a sua existência e funcionalidade.

A existência do ser, da vida, da vitalidade, da realidade são propósitos e conseqüência do poder e do transcendental.


Assim, somos o que é a vitalidade.

E a vitalidade é o que o poder e o transcendental.

O mesmo serve para a mente, a realidade e o conhecimento.

Transcendental engloba o poder, o direcionamento, o aprimoramento, a vontade, a duração, a permanência do anterior sobre o posterior.

A memória não é o veiculo da duração, a criada do tempo. Mas sim, o universo vital que rege a vida, e que por sua vez é regida pelo poder e pelo transcendental.


Se a matéria regesse o mundo ela deveria ter potencialidade para produzir órgãos. Ou seja, já haveria um poder. Porém, a matéria não tem poder, ela é apenas o substrato onde a vida se instala.

E a vida é regida pelo universo vital, e este pelo poder e pelo transcendental.

O próprio universo vital tem a sua racionalidade e memória. E o seu próprio conhecimento vital  e funcional.

se a matéria fosse o agente da vida e seus fenômenos ela teria que ter uma racionalidade para estruturalizar e funcionalizar a vida.

Como também a sua transcendência e aprimoramento.

O conhecimento faz parte deste universo vital, a razão tem a sua própria racionalidade. 

O poder e o transcendental são também racionais.

O conhecimento torna-se relativo ao estágio cósmico em que a mente e a realidade se encontram. Pois conhecemos conforme o nosso potencial vital, racional, emotivo e estagio cósmico.

Pois, estes dependem do estágio cósmico do poder e do transcendental. Como também do potencial [grau] do poder e ação e direcionamento do transcendental.


Logo, a razão, a emoção, a vida e o conhecimento são temporal, espacial, craciológico e transcendental.

O temporal e espacial se deve ao estágio cósmico em que se encontra determinada realidade, vitalidade, vida ou conhecimento.


Assim, o empírico e o racional se fundem como um só no vital, e este no poder e no transcendental.


Pois, só observamos o que nossas potencialidades vitais nos permitem. Ou no estágio cósmico em que nossos sentidos, racionalidade e vitalidade se encontram.

Pois, eles dependem do poder metacósmico e do transcendental.

Logo, o conhecimento e a realidade, a vida e a mente são relativos ao estágio cósmico, que este é regido pelo poder e pelo transcendental.


Assim, o homem não é o detentor final, ele é o resultado do universo vital e da racionalidade vital, e estes do poder e do transcendental.

O cérebro e a mente são fenômenos que um usa o outro como base e substrato, e que ambos são estágios do universo vital e cósmico, e metacósmico.

E todos são regidos e determinados pelo poder e pelo transcendental.

Assim, a realidade, o homem, o ser, a razão, a fenomenalidade e conhecimento são resultados determinados por uma escala de ação e produção.


Assim, temos.

Primeiro – o divino e seu poder.
Segundo – o poder e o transcendental.
Terceiro – o metacósmico, o cósmico, e fenomênico, e o universo vital.
Quarto – o universo vital, a vitalidade e a vida.
Quinto – o ser, a mente, o cérebro, as funções vitais, a razão, e o aprimoramento direcionado.
Sexto – o conhecimento, a razão e a memória.
Sétimo – as mudanças, a matéria, o espírito, o tempo e o espaço.


Prossigamos.

Assim, a ação não está na matéria, mas no fluxo e intensidade de movimentos da matéria. Ou seja, está no fluxo do movimento, na energia processada, na metabolização na produção de componentes bioquímicos.

E temos neste ponto o desenvolvimento do poder e do transcendental que levou à intensidade de fluxos de movimentos e a energia produzir os fenômenos vitais e mentais.

Juntamente com a metabolização bioquímica.

O processamento de energia e movimento produz um sobre produto que é a química. E esta serve e alimenta o universo vital a vida e a mente.

A química e o seu acúmulo  forma o corpo, as células, os órgãos – e todos organizados produzem a mantém  a vida.

Porém, para toda ordem e organização tem que haver direcionamento, poder, e transcendentalídade.

Pois, só o movimento, o fluxo, a energia, química não produziriam a vida e a mente.

Um músculo exercitado aumenta de tamanho porque aumenta o numero de células naquele membro.

Assim, temos.

O poder e o transcendental que determinam o vital, e o vital é constituído do físico, do mental, da essência vital e universo vital e que todos produzem o químico [ou acumulam o químico pelo processamento de energia].


O químico aumenta conforme é acionado pelo vital, mental ou físico.



Por existir seres tão diferentes, como vegetais, corais, amebas, liquens e outros se conclui  que eles não surgiram todos de uma só vez.



Agentes transcendentais da realidade.

O poder e o transcendental.

Secundário – o universo vital, seres.

Terciário – energia, fluxos e movimentos. E o mental.

Quaternário -  o químico, e o multiplicador funcional – como o aumento do número de células.


Assim, há um aumento considerável de todos agentes vitais e transcendentais vitais.

E em cada célula se encontra todos os agentes vitais.

Com isto todas as funções celulares são aumentadas juntamente com a renovação celular.

E o vital é também ativado pelo físico e o físico pelo vital, e também ativam o químico – e todos têm como agente fundamental o poder e o transcendental.


Assim, há vários mundos e uma relação entre eles – onde uns agem sobre os outros e todos são ativados pelo poder e pelo transcendental.

Porém, tudo é direcionado para a existencialidade, em certas espécies o seu universo vital está preparado para a regeneração celular, grandes reproduções, regeneração de órgãos, metabolizações bioquímica.


A renovação celular  e a regeneração de órgãos é como a reposição de peças vitais. Que é uma reprodução interna para manter a vida por mais tempo.

Como também a constante renovação de mitocôndrias e ribossomos dentro das células.

É como vidas dentro de vidas, e seres dentro de seres. Ou seja, cada ser vivo é um universo de poder e vitalidade, e vários seres.


Ou seja, há um universo vital-existencial e funcional muito maior do que uma simples evolução por seleção natural.


E este universo é o do poder e o do transcendental. E que também pode ser chamado de direcionamento, ou automação vital [ teoria graceliana da automação vital].


A craciologia, a metafenomenia, o metacósmico, o transcendental abre novas portas para a filosofia. A racionalidade e o conhecimento.

Portas estas que não são as do materialismo, do idealismo, do fisicismo e do psicologismo.

Por trás da mente há o universo vital agindo e regendo todos os agentes, elementos e fenômenos.

O universo vital tem a sua própria racionalidade inconsciente.

E o universo vital é regido pela metafenomenia existencial.

E este pelo propósito existencial.

E este pelo transcendental e pelo poder.

E todos são regidos pelo poder divino e todos fazem parte do universo cósmico e metacósmico.


Ou seja, o universo físico e mental é um estagio final e transitório numa ordem e escala de agentes da realidade.

Assim, todos são seres e todos são seres numa escala de ordem e função existencial dentro da realidade.

E todos não estão no espaço ou no tempo, mas sim nos seus potenciais transcendentais de poderes, propósitos, direcionamentos, funções, e aprimoramentos.

Assim,  o homem não é o animal racional, mas o ser craciológico e transcendental.

E ele é um estágio de uma realidade que chegou até ele, e está dentro dele e é o que o produz, o mentem e o aprimora para transcender.

Logo, o homem não é super, pois ele é um resultado cósmico, de poder e de transcendentalídade.

O conhecimento faz parte da temporalidade do cósmico, metacósmico, craciológico e do transcendental. Logo, não há conhecimento final e absoluto, logo ele é relativo à estes agentes.

O mesmo serve para o ser, a realidade, a razão e o conhecimento.

Logo, não é o espírito da era, a idéia absoluta os parâmetros da razão.

Mas sim, a essência da vida, do homem, do ser da ética, da realidade, da mente são o metacósmico, o craciológico, e o transcendental.


Assim, os órgãos, funções, células não são produtos finais e transcendentais do universo vital e de seu direcionamento e racionalidade.

Pois, o universo vital é produzido pelo universo de poderes, agentes transcendentais e metacósmico.

Assim, a matéria não produz a vida, a essência vital se instala na matéria para se estruturalizar e transcender.

Pois, em tudo e em todas as formas de vida realidade e vida há  um direcionamento, uma ordem e um aprimoramento natural.

Assim, não é a natureza que determina a reprodução, a renovação celular, regenerações, reposição hormonal, e metabolização, aprimoramento e automação. Mas o universo vital, o poder e o transcendental. Pois eles tem por meta objetividade manter a existencialidade e o seu aprimoramento.


Assim, não é a vontade, não é o conhecimento, não é o inconsciente, não são os órgãos sexuais, não é a racionalidade o principio que sustenta a vida, mas a vida é uma conseqüência da essência vital e universo vital. E este pelo poder e pelo transcendental.


Os órgãos reprodutores são ferramentas construídas para manter a existencialidade.

O mesmo acontece com a função da renovação celular, regeneração de órgãos, metabolização hormonal, produção do inconsciente, energia produzida pelos ribossomos.


Assim, a vida vence a morte.





Conclusão.

A vida vence a morte pelo universo vital, a metaexistencialidade, o poder, e o transcendental.

Assim, o ser é finito.

Sua reprodução é para manter a espécie e a vida.

A vida é perfeita. Ela vai além de ser eterna, ela se renova dentro do ser pela renovação celular e regeneração de membros e órgãos.

Com a reprodução a vida e o ser mantêm a renovação tornando-se sempre novos.


Assim, há uma escala e ordem de perfeição e de tempo de vida e ação no cosmo.


Pois, o ser é finito e morre.
A espécie consegue sobreviver por um grande espaço de tempo.
A vida transcende e torna-se eterna.
E o poder e o transcendental no cosmo são infinitos.
E o divino e seu poder.

Assim, na reprodução há o nascer novo, com força e potencial para continuar o fluxo vital e existencial.

Por isto que é tão importante a reprodução e a renovação celular.



Pois, do contrário teríamos organismos velhos e cansados, e a própria vida acabaria.


Assim, o nascer novo é uma providência divina que age sobre as estruturas vitais e mentais.


A evolução transcendental e existencial são providências na ordem, na harmonia com a ação do poder e do transcendental.


Como disse Platão – há uma idéia sobre todas as coisas.

E como disse Graceli – HÁ UMA PROVIDÊNCIA DIVINA, UM DIRECIONAMENTO, UM PODER, UMA TRANSCENDENTALIDADE, UMA HARMONIA E ORDEM SOBRE TODAS AS COISAS.

Por isto que o invisível rege o visível, e o visível e a substância só são o que são pelo invisível – que é o poder, o transcendental e a providência.


Não somos o que pede e alcança nossa razão, o pensamento a memória. Mas sim, somos o que existe no nosso universo vital e vital-psíquico e existencial.

Pois, são estes que determinam o nosso inconsciente, nossos desejos, vontades e instintos.


Este universo vital está dentro de nós, e é este universo vital que determina o nosso psíquico.

Ou seja, há um todo e somos parte dele.

E por sua vez há a providência superior, o poder e o transcendental.


Segunda conclusão.

Assim, temos aqui uma teoria psicológica e religiosa, em que há a providência superior sobre todas as coisas e no nascer novo.

O ser torna-se um elo existencial e transcendental do todo de poder.

E a mente do ser como resultado do todo que existe dentro do ser.

Assim, ser e mente são resultado do poder, do universo vital e do transcendental.

Ou seja, temos aqui uma filosofia para a religião, a ciência, o conhecimento, a arte, a moral, a metafísica, o existencialismo, a psicologia, a sociologia, a física, química, astronomia e cosmologia.


Pois, a providência, o poder, o transcendental determinam o todo e o todo determina as partes.

E as partes são o que o todo as produz.

A parte é uma célula do todo.

O todo e as partes não produzem a realidade por contrários, lutas e processos dialéticos rumo a uma perfeição.

Mas, sim por poderes, providencia e o transcendental.

A mente não é a detentora da razão.

Pois, existe a razão do todo sobre as partes fenomênicas e metafenomênicas.

Existe a razão vital. Do poder, do transcendental, do aprimoramento.

Assim, existe a razão vital sobre si mesma e sobre a mente, memória, sentidos, lógica, inconsciente, vontade e instintos.



 ancelmo luiz graceli - autor